quarta-feira, 30 de junho de 2010

Eliza Dolittle – Pack Up

   Desde o dia em que eu ouvi essa música pela primeira vez (um mês atrás mais ou menos) não consigo tirá-la da cabeça. O som é bem leve, meio anos 50, e deixa a gente com uma vontade enorme da sair por aí dançando.

   E pra quem gostou, recomendo também Skinny Genes, tão bom quanto Pack Up!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Os Diários de Carrie

Título: Os Diários de Carrie
Autor: Candace Bushnell
Editora: Galera Record
Ano: 2010
Série: Os Diários de Carrie
Páginas: 400
ISBN: 9788501087171
Sinopse:

Para quem se apaixonou pelas aventuras de Carrie, Samantha, Charlotte e Miranda, agora é a hora de saber como tudo começou. Abra o diário de Carrie e descubra o que levou a jovem até Big Apple, como se tornou escritora e outros segredos de uma das mais emblemáticas personagens da nossa geração.

O trecho preferido da Flex:

"Os caras sempre ligam assim que outro homem fica interessado. São como os cachorros: nunca notam se você mudou o cabelo, mas conseguem farejar quando há algum outro homem rondando seu território."

carrie

   Alguém já se perguntou como Carrie conheceu Samantha, Miranda e Charlotte?? A autora de Sex and the City decidiu nos contar essa história. Sabe qual é o melhor de tudo? Não é apenas um livro, e sim uma série!

   O primeiro volume conta a história de Carrie no último ano do colegial, quando ela e suas amigas estão prontas para fazer com que este ano seja tão marcante que Castlebury High lembrará delas para sempre. É neste momento que um garoto misterioso e super atraente chamado Sebastian Kydd, reaparece na vida de Carrie. Ele é cobiçado por todas as garotas do colégio, mas é Carrie quem ele quer. Ela também acompanha de perto as desventuras e descobertas amorosas de seus amigos Maggie, Walt, Peter, Mouse e a traidora da Lali.

   Adorei a sensação de briga constante que você tem com o livro, ou com a Carrie se assim preferir. Muitas vezes me peguei gritando pensando “Não liga pra ele agora, espera ele te ligar”,  “Não acredita nela não, ela está mentindo”, ou “Deixa ele te beijar, não foge dele não” ou ainda “ Dá um soco tapa na cara dessa vaca garota”.

   Carrie quer estudar literatura na New School, mas seu pai quer que ela estude ciências na Brown, e enquanto ela tenta ser aceita em uma das duas e resolver esse impasse com seu pai, ela conhece George. George é o cara perfeito, mais velho, estuda na Brown, o pai de Carrie simplesmente o adora e é ele quem vai ajudá-la a descobrir o seu potencial como escritora.

   O final do livro é simplesmente incrível! É uma pena que o bom senso não me permita contar, mas acreditem em mim, são as três palavras mais bem escritas de todos os tempos (dentro desse contexto, lógico), e a deixa perfeita que vai fazer com que você não durma até colocar as mãos na continuação.

domingo, 2 de maio de 2010

Tradutores digitais

   Recomendo a leitura da matéria de capa da VEJA dessa semana (edição 2163), Do you speak Google? Ela fala sobre a revolução que tradutores digitais como o Google Translator estão provocando nas relações humanas e como podem impactar na forma como as empresas investem em talentos bilíngues. O texto também explica de que forma esses tradutores funcionam e fala sobre os avaços que se pretende alcançar na próxima década, entre eles, tradutores de voz.

   A matéria é ótima, porém, deixa a desejar quando se pensa que muitas pessoas podem entender que não será mais necessário aprender um segundo idioma. Penso que é uma pena que muitas pessoas possam se contentar com um tradutor online e deixar de lado a incrível experiência de dominar outro idioma, conhecendo assim uma nova cultura e "abrindo a cabeça" para novos horizontes.

   Acredito também que a qualidade de uma experiência internacional, como uma viagem de férias ou, especialmente, programas de intercâmbio, está diretamente ligada com a sua fluência no idioma falado no país que se visita. Nada se compara à sensação de ser capaz de poder vivenciar uma cultura diferente da forma como deveria ser, ou seja, falando a língua desse país.

   #beijomeliga, FLEX

quarta-feira, 31 de março de 2010

O terceiro capítulo foi "pacabá"

   As vezes eu me pergunto porquê eu faço isso comigo.

   Nota da Flex: eu nunca aprendi direito quando usar cada um dos porquês, então, se por acaso eu usei o errado na frase anterior, me perdoem.

   Então, terminei de ler o terceiro capítulo de Committed (não sei o título em português, mas se traduz como Comprometida), da Elizabeth Gilbert (aquela que escreveu Comer, Rezar, Amar). E gente, preciso contar, porque se eu guardar isso dentro de mim, posso ter um câncer no futuro: que capítulo mais chato! Eu fiquei decepcionadíssima! O dia que eu criar o meu blog de livros entro em mais detalhes, mas por enquato vou dizer que: foi o pior capítulo de todos os livros que eu já li!

   Muitas pessoas não sabem, mas o meu gosto pela literatura não inclui livros acadêmicos. Portanto, mesmo que um livro não seja acadêmico, mas venha com aquele "que" de "vamos aprender um pouco sobre isso" não serve pra mim. Nada contra livros acadêmicos, mas eu não guardo essas informações, meu cérebro funciona de um jeito diferente. Eu admiro muito as pessoas que sabem o que aconteceu na Espanha do século XIV, e quem foi o responsável pela queda no Imperador tal no ano X a.c., mas eu simplesmente não sou uma dessas pessoas, já me aceitei assim, e consigo ser feliz dessa maneira.

   O que me impressiona a meu respeito, é o porquê (veja nota da Flex novamente) que eu li o capítulo inteiro. Pessoas, eu li o terceiro capítulo INTEIRO! Qual é a razão que eu tenho pra me punir dessa maneira? Não cometi nenhum pecado hoje (nem em pensamento, juro!). Foram quase 40 páginga completas de pura história do matrimônio durante TODA a história do universo. Será que eu vou pecar amanhã e inconscientemente estou me castigando com antecedência? Ou melhor, será que eu vou pecar durante o feriado santo inteiro e inconscientemente estou me castigando com antecedência?

   Depois de refletir sobre isso, eu cheguei a uma conclusão. Eu penso que lá no fundo eu acreditava que em algum momento durante aquele capítulo, minha amiga Liz iria voltar a ser ela mesma e escrever do jeito que eu gosto. Não encontro outra explicação. Quem sabe ela volta a ser ela mesma no capítulo quatro?

   #beijomeliga, FLEX

terça-feira, 23 de março de 2010

Minha razão e meu coração decidiram bater um papo...

– Eu falei que era pra você ficar na sua! Agora ta aí, não consegue pensar em outra coisa.
– Não foi você mesmo que me falou que só se esquece um amor com um novo amor?
– Sim, mas bem que você poderia ter escolhido um pouquinho melhor! Ele mora muito longe!
– Para com esse drama... ele mora logo ali! De carro é rapidinho!
– Radipinho? É uma viagem de TRÊS HORAS!!! Você esqueceu que não estamos em condições de ficar passeando de carro por aí?
– Então porque você não para de se preocupar comigo, e vai procurar um emprego?
– Eu estou procurando um emprego. Se você pensasse menos nele, eu teria mais tempo pra me dedicar a isso.
– Você tem tanta culpa nisso quanto eu.
– O que? Você tá louco? Eu disse pra você ficar na sua!
– É, disse sim, mas você se derreteu toda quando ele falou que gosta ler.
– Quando falou que gosta de ler não, quando provou por A + B que gosta de ler. Me pegou completamente desprevenida... foi uma surpresa!
– Ele é mesmo um encanto... E até mesmo falou de livros que a gente também já leu, você lembra?
– Claro que lembro! Como é que eu iria esquecer!
– Aha! Viu só? Eu sabia que você também gosta dele! Hahaha...
– Cala essa boca, coração burro! É por sua causa que a gente sempre se mete em encrenca!
– Pode falar o que quiser! Eu sei que você adooora quando ele manda mensagens no nosso celular no meio da madrugada!
– Isso atrapalha meu sono!
– “Nosso sono”, você quer dizer... aposto que você nem liga!
– Claro que ligo! Quem o cara pensa que é pra ficar acordando a gente assim, no meio da madrugada?
– Ah... mas no fundo você gosta, não gosta?
– Assim... bem lá no fundo eu gosto um pouquinho sim. Ele escreve que pensa na gente!
– Eu penso nele também!
– Dããã! Que novidade!
– Lembra do dia que ele escreveu que nos adora? Eu fiquei tão feliz ao ler aquilo...
– Será que é porque você fica feliz ao ler qualquer coisa que ele escreve?
– Ah... você também gostou! Eu vi a sua cara de contente!
– Tá bom, ta bom, vai... eu gostei de ler aquilo!
– Eu sabia!
– Melhor a gente ir pra cama... tá ficando tarde!
– Será que ele vai acordar a gente hoje?

#beijomeliga, FLEX

segunda-feira, 8 de março de 2010

And the oscar goes to...

   Antes de mais nada...
   Parabéns pra nós mulheres! Que este dia seja muito bem comemorado por todas nós!

   Mudando de assunto...
   E a premiação do Oscar ontem gente, você viram? Eu não assisti (ainda) a nenhum dos filmes indicados então não vou criticar as escolhas da Academia.

   O que eu mais gostei: Steve Martin e Alec Baldwin. Morri de rir com os dois e amei a cena no quarto do hotel. Não sabia que Baldwin tinha todo esse potencial cômico, fiquei bem surpresa.

   O que eu menos gostei: como sempre, a tradução simultânea. Eu entendo que seja necessária porque a maioria dos brasileiros não fala inglês. Mas tenho que confessar que ela me tira do sério!

  E a Kristen Stewart (a Bella de Crepúsculo)??? O que era ela lá, praticamente morta no palco! Será que era nervosismo? Ou apenas falta de talento? O discurso da Sandra Bullock foi engraçadinho e emocionante, mas não vi um sorriso. Como é que uma pessoa ganha um prêmio desses e não dá um sorriso? Será que a edição cortou justamento os sorrisos dela?

   Fiquei encantada com James Taylor cantando In My Life. Mas eu tenho uma versão ao vivo da música interpretada por Dave Matthews, e essa ninguém bate.

   #beijomeliga, FLEX

sexta-feira, 5 de março de 2010

Quero mais noites como essa!

   Nooossa... a noite de hoje fez um super bem pro meu ego! É bom ouvir coisas boas a nosso respeito, não tem quem não goste. Principalmente quando você ainda tem dúvidas a respeito delas, mas as pessoas ao seu lado notam. Tenho que admitir que estou me sentindo o gás da coca. Fazia tempo que não me sentia assim.

   No decorrer da noite fizemos uma dinâmica na aula do Chico (Gestão de Pessoas e Liderança) onde você teria que se juntar a uma pessoa que, na sua opinião, fosse diferente de você. Duas pessoas se julgavam diferentes de mim - senta que agora vem a caldinha em cima do sorvete - porque me vêem como uma pessoa que se socializa com os outros com muita facilidade. :-D Eu sempre desconfiei que eu tinha essa característica, mas as vezes nós não nos enxergamos como realmente somos. Isso me deixou muito feliz.

   Nessa mesma aula, com esse mesmo professor, ouvi uma piada que eu acredito ser, a mais engraçada que eu já ouvi na vida. É claro que eu não vou contá-la aqui, por agora ela é uma carta na minha manga. Uma piada como essa, pra uma pessoa que não sabe contar piadas como eu, vale ouro! Vou contar na próxima festinha e ficar com os créditos!

   E pra fechar com chave de ouro (como na maioria das quintas), choppinho no bar-da-pracinha-que-eu-não-sei-o-nome. Um salve pra Juh que foi lá e bebeu (dois golinhos, mas tá valendo) com a gente. E falando nela... to com vontade de fazer uma pausa na leitura de Ponto de Impacto do Dan Brown, pra ler mais uma vez Comer, Rezar, Amar, pra poder acompanhá-la e discutir os acontecimentos da história... Vou pensar com carinho no assunto.

   #beijomeliga, FLEX

   Trilha Sonora de hoje: Cowboy Casanova de Carrie Underwood ("He looks like a cool drink of water, but he's candy-coated misery")